Começamos analisando os nossos recursos. Não tínhamos nenhum desenhista, não tínhamos equipamentos de gravação audiovisuais muito bons, mas tínhamos uma sala para gravar som muito boa. Então procuramos referências de como fazer esse vídeo e achamos o canal do YouTube do Dennis Lee. O estilo dele de vídeos se enquadrava perfeitamente com os nossos requisitos, não precisaríamos entrevistar pessoas ou filmá-las evitando aborrecimentos como câmeras tremidas, muito barulho na gravação, e parecia simples fazer um vídeo parecido. Mas não é bem assim.
Como tínhamos pouco tempo para fazer o vídeo trabalhamos com um programa de metas rígido que foi dividido em pesquisa, roteiro, storyboard, gravar áudio, tirar fotos (É um vídeo stopmotion), editar áudio, editar vídeo, sincronizar áudio e vídeo, renderizar. Tivemos vários problemas para serem resolvidos durante cada fase como: Porque raios lógica e semiótica são associadas ou são a mesma coisa?Roteiro passou de cinco minutos, reduzir roteiro. Gravar áudio todo de uma vez ou separado? Montar o vídeo e depois “dublá-lo”, ou seja, gravar o áudio enquanto o narrador vê o vídeo para facilitar a sincronização áudio-vídeo? Discussões sobre as definições corretas dos elementos abordados no vídeo. Tamanhos e quantidades de frames adequadas para um vídeo ficar com bom visual e fluido. Como tirar fotos bem iluminadas sem mostrar o clarão da lâmpada?
Resolvemos esses problemas da melhor maneira que achamos. Áudio gravado separadamente e por partes, tiramos fotos separadas da mesa e dos desenhos que fizemos, editamos cada frame no photoshop e sincronizamos áudio e vídeo. A discussão sobre os conceitos básicos nos fez tirar dúvidas e fixar a matéria. Utilizamos os conceitos de semiótica para escolher os melhores exemplos para facilitar a compreensão dos espectadores e para desenharmos os ícones dos exemplos.